Quais são os limites entre a vida e a morte? O que de fato
determina se algo está vivo ou morto? O que é a vida? Essas perguntas já foram
feitas por inúmeros filósofos ao longo da história, mas até hoje elas não foram
respondidas, e isso tem um motivo bem
simples, mas intrigante: nós ainda vivemos, somos dependentes diretos da vida,
seja lá o que ela for, e enquanto isso
acontecer somos incapazes de responder a essas perguntas cujas respostas estão
muito além de nossa compreensão. Imagine por exemplo um boi, que nasce, cresce,
é engordado e tudo isso para um trágico final: servir de alimento para outros.
Esses animais já nascem predestinados a
serem presas.
Você já parou pra pensar que o boi não é ciente desse fato até o
momento em que é abatido? E se a mesma coisa acontece com nós, humanos? Será
que todo esse teatro de universo, razão, emoção não é apenas uma ilusão para
nos distrair do verdadeiro fim? E que fim seria esse? Como já dissemos, não é
possível responder a essas questões dentro dessas circunstâncias, mas quem sabe
um dia, no momento final, que é comum a todos nós, não descobriremos todas as
respostas que buscamos durante um breve período que chamamos de vida. Aliás, se
temos uma coisa em comum, é a morte. Todos, eu lhe garanto, todos os humanos da
face da terra (exceto talvez, os imortais) um dia irão morrer, isso é o que faz
a humanidade ser tão... humana. Será que
existe uma raça extremamente superior que fica nos alimentando durante toda uma
vida apenas para nos comer depois? E como eles vivem? Se é que vivem, porque se
a nossa vida já é vida, o que acontece com quem se alimenta de vida? Enfim,
respostas a isso nunca chegarão aos ouvidos da humanidade, talvez seja porque
quando a obtivermos, não sejamos mais humanos.


Nenhum comentário:
Postar um comentário